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terça-feira, 2 de julho de 2013

Rosane Simon defende plebiscito pela reforma política, contra acorrupção

As mobilizações realizadas no país nos últimos dias novamente foram motivo de debate entre os vereadores na sessão de ontem. “É importante a movimentação da sociedade que colocou assuntos e  temas em debate, numa mobilização inédita nos últimos anos. Mas acho importante repetir que há muito tempo se luta. Nós do PCdoB, dos movimentos de esquerda e dos movimentos social e sindical sempre estivemos presentes nas lutas por melhores condições de vida para o nosso povo e especialmente falo do meu partido, que desde 1922 está na luta democrática e popular. A atuação do PCdoB se confunde com a luta do nosso povo por liberdade e conquistas em nosso país”, disse a Vereadora Rosane Simon no pequeno expediente.

Rosane rebateu também as afirmações do colega Darci Pretto da Silva que, criticando a Presidenta Dilma, defendeu a reforma tributária como mais importante do que a reforma política e novamente criticou  supostos altos gastos com a Copa do Mundo. “Discordo do colega quando diz que o foco das manifestações são os gastos com a Copa. Sabemos que estas mobilizações tinham várias pautas e entre elas, como uma das principais, estava o combate a corrupção. É a corrupção que leva o dinheiro da saúde, da educação e da habitação, enfim o dinheiro dos investimentos necessários, pelo ralo ou para o bolso de alguns segmentos corruptos da política e da iniciativa privada”, argumentou a Vereadora.

“Entendo que a Presidenta Dilma foi muito ágil na resposta às mobilizações, principalmente quando propõe a reforma política que é o caminho para elegermos menos corruptos. Não pense que o congresso não vota a reforma tributária porque não quer. Há muitos anos a proposta de tributar as grandes fortunas e desonerar a produção e o trabalho são debatidas no congresso que não vota estas propostas porque existem lá bancadas inteiras que defendem os interesses de grupos que financiaram suas campanhas e que agora exigem retorno deste investimento. Por isso entendo que a  reforma politica, especialmente o financiamento público de campanhas é fundamental para acabar com esse círculo de corrupção”, complementou Rosane Simon.

“Por isso também quero saudar o fórum criado pelo PCdoB, PT, PDT e PSB que irá debater questões sobre o plebiscito proposto pela Presidenta Dilma. Há muita desinformação porque para a mídia importa a baderna e o vandalismo porque tem a intenção de desestabilizar o governo que tem muitos avanços, mas tem também muito mais a conquistar. E nós os trabalhadores, queremos mais. Por isso no próximo dia 11, convocado pelas centrais sindicais, estaremos nas ruas, defendendo a pauta dos trabalhadores e pedindo mais avanços e conquistas para o nosso povo”, concluiu.

Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações acontecerá dia 11
A Presidenta do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí e Vereadora Rosane Simon se referiu ao Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações, atividade convocada pelas centrais sindicais, que ocorrerá em todo o país no próximo 11 de julho. Setenta e sete organizações e movimentos sociais de todo o país já definiram sua participação no ato.

Os representantes dos movimentos e das centrais sindicais definiram como pauta as bandeiras de luta da classe trabalhadora como o Fim do fator previdenciário; 10% do PIB para a Saúde; 10% do PIB para a Educação; Redução da Jornada de Trabalho para 40h semanais, sem redução de salários; Valorização das Aposentadorias; Transporte público e de qualidade; Reforma Agrária; Mudanças nos Leilões de Petróleo; Rechaço ao PL 4330, sobre Terceirização.

Outras propostas incluídas são dos movimentos sociais, como a Reforma política e realização de plebiscito popular; Reforma urbana e a Democratização dos meios de comunicação.

O movimento vai levar à rua denúncias. Entre elas o genocídio da juventude negra e dos povos indígenas, a repressão e a criminalização das lutas e dos movimentos sociais a impunidade dos torturadores da ditadura e a mobilização contra aprovação do estatuto do nascituro e a redução da maioridade penal.

Sindicato dos Trabalhadores Rurais é homenageado pelo aniversário de 50 anos
O presidente Carlos Karlinsky e a esposa Vaneli Boratti Karlinskio com o Vice-presidente João Kuchak e esposa Ivanir Lambrechet Kuchak representaram a entidade nesta homenagem do legislativo.

Carlos Karlinsky fez uma breve retrospectiva da história de lutas e bandeiras do Sindicato e solicitou aos vereadores apoio nas lutas que a categoria enfrenta. “Nosso principal desafio hoje é manter as pessoas no campo, que está envelhecendo e se masculinizando. Precisamos levar infraestrutura e melhores condições de vida para estes cidadãos”, defendeu o presidente dos rurais.

Ao centro o Presidente do Legislativo Chico Seifert entrega placa
comemorativa ao Presidente do Sindicato Carlos Karlinsky
Rosane Simon saudou com muita alegria a companheirada, “como nos chamamos no movimento sindical”, disse. “A história nos faz muito bem e quando você resgatou a história do movimento dos trabalhadores rurais em Ijuí nos vem à memória muitas destas histórias que todos nós de uma forma ou de outra vivemos, porque afinal todos somos filhos de agricultores e todos vamos lembrando da nossa trajetória. Uma trajetória de dificuldades, como a que vocês relataram, mas de muita garra para sobreviver no campo”, disse.

Rosane Simon disse que com a tecnologia disponível nos dias de hoje não há justificativa para que as políticas publicas não cheguem com mais agilidade ao meio rural. “Somos parceiros nesta luta porque sabemos da importância que os pequenos produtores tem para a produção de alimentos. Como diz aquele grito de luta: se o agricultor não planta, a cidade não almoça nem janta. Precisamos nos lembrar disso sempre e dentro colocar como meta a plena qualidade de vida dos cidadãos e cidadãs no campo”, finalizou.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Rosane Simon destaca protagonismo dos trabalhadores frente à crise da Cotrijui

A convite do Vereador Cesar Busnello a direção da Cotrijui, representada pelo presidente Vanderlei Fragoso, seu vice Paulo Schossler, diretor secretário Ivan André Schowantz, o assessor jurídico João Geller Neto e o gerente da unidade Ijuí Alceu Van Der Sand,  foi a Sessão Legislativa desta segunda-feira, falar sobre a situação da empresa. A direção retomou convite feito anteriormente pelo legislativo em cuja data não puderam estar presentes.

Vanderlei Fragoso, que falou em nome da direção, saudou os presentes e iniciou relatando a sua trajetória. Falando de sua eleição como presidente da Cooperativa saudou os associados referindo-se a este grupo como um rebanho “que talvez precise de um pastor para guia-los”. Fragoso disse que não espera tornar-se presidente mas que hoje assume essa função com a intenção de melhores dias para produtores, associados e para os trabalhadores. “Devemos buscar a unidade. Não há primeira via, segunda via ou via da contramão. Temos que construir a união”, disse.

Falando sobre a estratégia da atual direção, que ele chama de “recuperação branca”, Fragoso explicou que ela consiste na aposta do recredenciamento da cooperativa na CONAB para que a empresa possa alugar os armazéns ao governo. “Este projeto só não foi concluído por causa das trapalhadas que ocorreram nos últimos 40 dias, trapalhadas que criaram contra nós”. A referencia é ao processo de convocação de uma assembleia pela Terceira Via, grupo que contesta a atual direção e busca uma nova eleição.

“Estabelecemos um choque para tentar reiniciar e tivemos coragem de fazer isso. A turbulência maior acho que já passou. Agora chegou a hora de podermos trabalhar e que cada um faça a sua avaliação e se some”, concluiu.

Rosane Simon lembrou o protagonismo dos comerciários neste debate
A Vereadora e Presidenta do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí Rosane Simon, realizou a sua intervenção saudando o presidente e a direção da empresa por trazerem o seu posicionamento à comunidade e aos vereadores dizendo que esta posição foi muito aguardada por todos. “Como líder dos trabalhadores no comércio, categoria que compõe uma grande parcela dos funcionários da cooperativa, acompanhei desde o inicio a situação da empresa sem nenhum envolvimento e nenhum posicionamento para esta ou aquela chapa. Nossa posição foi de acompanharmos os movimentos políticos da cooperativa buscando fazer a interlocução, desde o primeiro momento, nas questões que afetam a vida dos trabalhadores, como as demissões e os atrasos de salários”, disse.

Rosane lembrou que a direção do Sindicato dos Comerciários, do qual é a Presidenta, acompanhou todas as movimentações e posições inclusive relativas ao desgaste por conta de algumas medidas da direção anterior e a situação de instabilidade herdadas pelo atual direção. “Colocamos desde a nossa primeira reunião com esta direção o comprometimento dos trabalhadores como companheiros na luta pela recuperação da cooperativa porque os trabalhadores tem muito orgulho de vestir a camisa da empresa”.

“Temos também orgulho de dizer que foi a mobilização do nosso Sindicato que abriu para a sociedade uma das mais graves crises que a Cotrijui estava vivendo. E o sindicato é isso. Somos pressionados pela nossa base e temos que dar respostas e por isso fizemos uma grande manifestação, mobilizando os trabalhadores, os associados, produtores rurais e lideranças para mostrar à sociedade que os trabalhadores também estavam em uma situação difícil, na ideia de buscar aliados para ajudar na na superação desta crise”.

Rosane relembrou especialmente o protagonismo do Sindicato quando após a mobilização, reuniram-se com o assessor especial do Governador Tarso Genro buscando apoio e que viu no governo um aliado pela recuperação da cooperativa e na defesa dos trabalhadores e associados. A Presidenta garantiu à atual direção que o mandato e o Sindicato estão a disposição para ajudar nas negociações junto ao governo do estado no que mais for possível.

“Quero deixar aqui uma crítica positiva. Percebi desta direção uma perda de foco no inicio da gestão quando dava muita atenção para o passado. Naquele momento a sociedade pensava que o foco deveria estar em resolver problemas importantes e urgentes como a segurança e a regularização da empresa para o recebimento de uma das maiores safras, questão que preocupava os associados”, disse Rosane. Ela complementou dizendo que no início de sua gestão, a atual direção não produziu ações no sentido de resolver estas questões e salientou que talvez por isso tenha surgido o movimento da Terceira Via. “Não podemos ver este movimento como ilegítimo já que está ancorado nos estatutos e também representa associados interessados em superar esta situação”, explicou.

A Presidenta do Sindicato dos Comerciários fez referência as inúmeras rescisões feitas no Sindicato em cargos estratégicos na empresa, de pessoas que tinham um conhecimento de 30, 35 anos de trabalho e que possuíam conhecimentos fundamentais em varias áreas da cooperativa seja no mercado ou nas áreas comercial e financeira e questionou o presidente Fragoso sobre isso. “Percebo uma forte postura sua em dizer que quer trabalhar junto com a comunidade e também com os trabalhadores, mas gostaria de entender esta lógica de demissões de pessoas que traziam resultado e estavam comprometidos com a cooperativa?” concluiu a Vereadora.

Voltando à tribuna para responder aos questionamentos dos vereadores, o Presidente limitou-se a retomar acusações feitas à Terceira Via e à direção anterior, talvez até pela questão do tempo, já que havia falado por quase uma hora em sua primeira intervenção.

Respondendo a uma questão sobre o passivo e o ativo da cooperativa, disse que “com o passivo a cada dia a gente se surpreende” e fez novamente diversas acusações de supostas dívidas e encargos deixadas pela antiga direção. Respondendo sobre o seu projeto para a recuperação da empresa, voltou a colocar o recredenciamento dos armazéns da Cotrijui na CONAB como o que fará o diferencial no futuro da empresa. “A resposta que podemos dar é um processo demorado e gradual de solução. Nossa direção tem a convicção de que o tempo é que será o senhor da resposta”, concluiu.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Vereadora Rosane Simon avalia mandatos no legislativo e no Sindicato dos Comerciários

A frente de dois novos mandatos, no legislativo ijuiense e também no Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, a vereadora e Presidenta da entidade realizou uma avaliação do trabalho realizado no período anterior, projetando ações para os novos mandatos. “Antes de mais nada, o importante é ser consciente da responsabilidade que os eleitores e os comerciários depositaram numa proposta popular, para a defesa e ampliação dos direitos do cidadão e dos trabalhadores, mas também na luta por uma sociedade cada vez mais igual. Esta continua sendo nossa proposta de atuação, tanto no legislativo como no Sindicato”, explica Rosane.

No seu primeiro mandato como vereadora, Rosane Simon salientou a aproximação com a comunidade. “Acompanhamos e fiscalizamos as ações do executivo, principalmente no que diz respeito aos direitos dos trabalhadores e das mulheres”, ressalta a vereadora. Nestes 4 anos, mais de 150 indicações de melhorias foram encaminhadas para execução, resultado de demandas colhidas nos bairros com a comunidade.

“Carrego uma tristeza, pois ainda não tivemos força junto a esse governo reeleito, apesar das promessas, para ampliar o serviço de assistência às mulheres em nossa cidade”, avaliou a vereadora. Rosane Simon refere-se a criação da Coordenadoria da Mulher e da Casa de Passagem para mulheres vítimas de violência. “Reforçamos com o mandato e com o Sindicato a luta das mulheres junto com o Fórum Permanente da Mulher e com o Conselho da Mulher de Ijuí. A cada ano, participamos e apoiamos os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, além das Campanhas do Laço Branco e da Caminhada do Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra a Mulher. Mas nossa luta é para que o prefeito cumpra a promessa feita já na eleição passada e crie a Coordenadoria da Mulher”. Rosane explica que com a atuação da coordenadoria, a exemplo de outras cidades da região, será possível a conquista de verbas para projetos como a Casa de Passagem e para projetos de apoio as mulheres”.

Por duas legislaturas, Rosane Simon ocupou cargo de
Secretária da mesa diretora
Rosane Simon destacou também a luta travada no legislativo para manter público o serviço de água e esgoto e na defesa do direito dos animais. “Fiz meu trabalho como vereadora, que é o de fiscalizar e garantir que a população tenha acesso a serviços básicos como este. Água é direito do cidadão”, salientou a vereadora sobre sua atuação durante as negociações do novo contrato da Corsan.

“Mais do que aprovar projetos considero importante o zelo e a fiscalização que temos com relação ao executivo. É esse o papel do vereador, o de guardião dos interesses do cidadão. Creio que este foi um mandato de desafios e acumulo de experiências. Seguiremos no mandato, junto com o meu partido, o PCdoB, lutando com humildade e altivez, caminhando sempre ao lado do povo”, finalizou.

Luta dos trabalhadores tem pauta e agenda em 2013
Ao analisar a atuação do seu mandato na presidência do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, Rosane Simon ressaltou que a eleição da atual diretoria, em abril de 2012, reforça o principal objetivo da entidade que é o de estar a frente, liderando a categoria e dando o apoio necessário ao trabalhador do comércio. “Estamos no caminho certo. Tem o empenho e a dedicação de toda a diretoria em zelar pelas questões que envolvem tanto os comerciários quanto os trabalhadores de outras áreas de atuação. Atuamos utilizando toda a nossa força e todos os meios que estão ao nosso alcance com relação as necessidades dos trabalhadores”, afirma Rosane.

Nesta lógica, a presidenta ressaltou a importância do mandato no legislativo. “Nosso mandato no legislativo, representando os trabalhadores reforça a luta do Sindicato, assim como o Sindicato reforça a representatividade do mandato na Câmara. Quem ganha são os trabalhadores que ficam representados no legislativo. Temos que ter a consciência da importância que este mandato tem”, explica.

Rosane destacou as ações e a luta pela valorização do Piso Regional e o Fim do Fator Previdenciário.  “Com relação ao piso da categoria, mais uma vez tivemos avanços importantes para o dissídio do comerciário, ainda que não tanto quanto queríamos”, comentou.

Projetando 2013, Rosane Simon lembrou da luta geral dos trabalhadores em questões fundamentais. “Temos pauta e agenda. Importantes projetos tramitam na Câmara Federal como o Fim do Fator Previdenciário e a redução da jornada de trabalho para 40 horas. Reforçaremos nossa atuação na conquista destes direitos importantes para os trabalhadores e aposentados”, finalizou.