quinta-feira, 29 de março de 2012

Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora acontece neste final de semana em Brasília.

A vereadora e presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, Rosane Simon, realiza a partir desta quinta-feira uma  extensa agenda na capital do estado e em Brasília, onde participa do I Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora organizado pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

Desde a fundação da CTB, em dezembro de 2007, muitas lutas foram travadas em busca da valorização do conjunto da classe trabalhadora. As mulheres, maioria da população brasileira, ocupam hoje quase 50% da força produtiva e apesar de estarem presentes nas manifestações de trabalhadores e trabalhadoras, seja nas ruas, nos debates ou nas negociações com governos e patrões, são quase sempre invisibilizadas nestas instâncias. É diante desta realidade que a Central promove o encontro nos dias 30 e 31 de março.

Com o slogan: “Desenvolvimento, Autonomia e Igualdade” o encontro vai debater temas que orientem e fortaleçam a luta das mulheres e que subsidiem a elaboração de propostas que possibilitem a conquista e a ocupação de mais espaços de poder para as mulheres no processo de desenvolvimento da nação.

Antes de ir a Brasília, Rosane Simon participa nesta quinta-feira de reunião da Direção Executiva da FECOSUL, da qual é 2ª vice-presidente, e vai a Carlos Barbosa a convite do recém criado Sindicato dos Metalúrgicos daquela cidade onde realizará palestra com o tema “A Mulher no Mundo do Trabalho”.

“Nossa luta por igualdade conquista espaços e se afirma através destes encontros. Agora, neste encontro nacional, temos a possibilidade de trocar experiências de luta com mulheres de todo o Brasil e representantes de diversas categorias. Nossas lutas são diferentes, mas marcadas pelo mesmo objetivo que é a igualdade de condições de vida e de trabalho entre homens e mulheres”, explica Rosane Simon.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Empresários e trabalhadores promovem marcha no RS em defesa da indústria nacional

A vereadora Rosane Simon conclamou colegas e sociedade, em seu pronunciamento na sessão legislativa desta segunda-feira, a participarem de ato que ocorrerá no próximo dia 26 de março, no Largo Glênio Peres, em Porto Alegre, e que chama a atenção por uma singularidade na história do capital e trabalho no Brasil: a união entre trabalhadores e empresários pela defesa da industria nacional.

São esperadas para o ato cerca de 10 mil pessoas, que caminharão lado a lado até o Palácio Piratini e entregarão ao governador Tarso Genro um documento construído por líderes sindicais representantes dos trabalhadores e do patronato. O documento resumirá as reivindicações da “Mobilização contra a Desindustrialização e em Defesa da Produção e do Emprego no Rio Grande do Sul”.

“Neste momento em que o câmbio e a política econômica baseada em altos juros desfavorece a nossa industria, como trabalhadora e como representante dos trabalhadores temos a responsabilidade de criar esta conexão com o empresariado contra esta política que enfraquece o mundo do trabalho e prejudica a industria e o emprego,” disse Rosane Simon.

Guiomar Vidor, presidente da CTB-RS, considera a iniciativa um marco nas relações do trabalho. “Nós entendemos como extremamente importante essa nova consciência de um empresariado nacional que surge nesse grande movimento que está sendo articulado no país. É um empresariado que trabalha na defesa de uma indústria nacional fortalecida, na geração de mais emprego e renda.”

Como justificativa para esse movimento unitário, o presidente da CTB-RS lembrou que em 1985 o setor da indústria de transformação totalizava 27% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Hoje, ele representa entre 15% a 16%, no máximo. Vidor registra que os trabalhadores não abrirão mão de suas reivindicações e lutas, como a defesa da jornada de trabalho, pelo fim do fator previdenciário, contra o projeto que prevê a terceirização. “Nesse momento, nós estamos em defesa do desenvolvimento econômico e social que nós queremos para o nosso país. E é lógico que se o Brasil estiver em um processo de crescimento econômico, fica muito mais fácil a luta por melhores condições  de trabalho e de salários”, ressaltou o presidente da CTB/RS.

Entre as revindicações dos trabalhadores que constarão no documento que será entregue ao governador Tarso Genro, estão a luta pela redução mais drástica e acentuada da taxa de juros, investimento na infraestrutura, na qualificação profissional com o fortalecimento de escolas técnicas e também de universidades, com a ampliação do acesso as universidade públicas e o direito ao ensino gratuito. Especificamente para o Rio Grande do Sul constará a repactuação da dívida pública com a União, que hoje consome entre 13% e 14% da arrecadação líquida do Estado, restando apenas 5% para investimentos.

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí mobiliza a categoria na região para o ato. “Estamos mobilizando a categoria, mas quero convidar a todos os representantes de empresários e de trabalhadores para mobilizarem. Vamos nos unir também a partir de Ijuí, contra a desindustrialização e pela empregabilidade,” concluiu Rosane.

O pronunciamento recebeu apoio dos demais vereadores e um documento oficial deverá ser encaminhado ao governador do estado em nome da Câmara Municipal de Ijuí, reforçando a mobilização.

Com informações de Emanuel Mattos – CTB/RS
Assessoria do Gabinete

terça-feira, 13 de março de 2012

Sindicato do Comércio mobiliza categoria para a campanha salarial 2012/2013

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí realizou assembleia com trabalhadores na última sexta-feira (09), cuja pauta tinha, como principal assunto, o dissídio da categoria para 2012.    

Rosane Simon, presidenta do Sindicato, cumprimentou a todos pelo empenho e pelas mobilizações realizadas no ano de 2011 tanto na campanha salarial como para o reajuste do salário mínimo regional. “Nossa mobilização foi fundamental porque esta é uma das principais lutas dos trabalhadores no estado, e a classe patronal tentou de todas as maneiras, e ainda tenta, excluir o mínimo estadual. Temos que comemorar esta vitória”. O Rio Grande do Sul é o primeiro estado a reajustar o seu salário mínimo. O reajuste foi de 14,75%.  Rosane lembrou aos presentes que o salário da categoria do dissídio 2011/2012, negociado com o Sindilojas e outros Sindicatos Patronais vale até abril. A partir de maio passa a ser de R$ 732,36 pelo menos, até fechar o novo acordo para 2012/2013.

O presidente da Federação dos Trabalhadores no Comércio do RS, Guiomar Vidor, em nota estadual, diz que esta pode ser considerada uma vitória da persistência e da luta da Fecosul, juntamente com os os Sindicatos e a CTB, que abraçaram a luta pela valorização do piso regional aprovado por unanimidade nesta semana pelos deputados estaduais. “Este acordo abre caminho para o fechamento das convenções coletivas das áreas representadas pelos sindicatos, onde buscaremos manter a proporcionalidade nos pisos e reajustes, os quais sempre foram superiores aos das cidades representada pela Fecosul”, argumenta o presidente da Federação dos Comerciários.

Rosane Simon tem o mesmo entendimento. “Nossa expectativa é de manutenção dos percentuais conquistados no Piso Regional. Sabemos que sempre temos em Ijuí uma negociação muito difícil, mas precisamos de muita mobilização da nossa categoria para manter e ampliar as conquistas”. Uma das demandas dos comerciários para 2012 será a antecipação da data base da categoria acompanhando a data base de reajuste do mínimo regional.


Eleições para a nova diretoria serão em abril
Apenas uma chapa foi inscrita e concorre nesta eleição, que acontecerá nos dias 11 e 12 de abril. Uma urna ficará na sede do Sindicato e urnas móveis percorrerão o comércio em Ijuí e nas demais cidades da base de atuação. Rosane Simon concorre a reeleição. “Apesar de mantermos os principais nomes que compõe a nova diretoria, temos alguns jovens e novos integrantes compondo esta nova chapa e também muitas mulheres, o que me deixa muito satisfeita com o trabalho que estamos realizando”, disse a presidenta. Para estar apto a votar, o comérciário deve estar associado ao sindicato por 6 meses, antes da eleição.

Para finalizar, Rosane Simon parabenizou a todas as comerciárias pela passagem do Dia Internacional da Mulher. “Nossa categoria é sem dúvida nenhuma, uma das que mais trabalha e com uma das maiores jornadas entre os trabalhadores em geral. Ser mulher e ser comerciária se torna assim, um ato de muita força, empenho e dedicação, na família, no trabalho e na vida. Espero que possamos juntos, homens e mulheres, construir melhores condições para todos”.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí realiza assembleia geral em sua base de atuação


O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí lançou edital de convocação para a Assembleia Geral Extraordinária convocando todos os integrantes da categoria Profissional dos Comerciários. Podem participar associados e não associados, desde que exerçam suas atividades profissionais nos municípios do âmbito de jurisdição do sindicato. As assembleias de caráter extraordinário vão deliberar sobre questões referentes ao dissídio da categoria.

Fique atento aos locais e horários das reuniões, na seguintes cidade da base de atuação:

Todas reunião terão a primeira chamada às 18.00hs e a segunda e última chamada às 19.00hs.

Independência e Catuípe
Data: 16/02/2012
Local: Associação dos Funcionários da Cotrisa. Rua José Motta, nº. 125 em Catuípe.

São Valério do Sul e Santo Augusto
Data: 17/02/2012
Local: AFUCOTRI. Av, Ângelo Santi, nº. 1655 em Santo Augusto.

Augusto Pestana e Coronel Barros
Data: 22/02/2012
Local: AFUCOTRI. Saída para Esquina Gaúcha em Augusto Pestana.

Nova Ramada, Ajuricaba e Bozano
Data: 23/02/2012.
Local: AFUCOTRI. Rua Catuípe, s/nº, em Ajuricaba.

Braga, Bom Progresso, São Martinho, Sede Nova, Humaitá e Campo Novo
Data: 24/02/2012.
Local: AFUCAMPO. Saída para Braga, s/nº, em Campo Novo

Jóia
Data: 27/02/2012
Local: AFUCOTRI. Rua Brasilina Terra, s/nº, em Jóia.

Miraguaí e Coronel Bicaco
Data: 28/02/2012
Local: AFUCOTRI. Faixa do DAER, km3, em Coronel Bicaco.

Inhacorá e Chiapetta
Data: 29/02/2012
Local: AFUCOTRI. Rua Carvi, s/ nº, em Chiapetta.

Os trabalhadores do município de Ijuí, bem como os demais, realizam reunião no dia 09/03/2012, às 18:00hs em primeira chamada ou às 19:00hs em 2º e última chamada com qualquer número de comerciários presentes, no auditório do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, Rua Venâncio Aires, nº. 293, Centro.

A integra do edital pode ser acessado aqui.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Fecosul alerta sindicatos a respeito do assédio moral no comércio


No período de carnaval e de promoções, muitas empresas com intuito de aumentar as vendas usam funcionários para publicidade indevida. Algumas lojas chegam a obrigar os trabalhadores a usar vestimentas, adereços e outros artigos relacionados ao carnaval, causando constrangimentos. Outras situações acontecem no dia a dia do trabalho que também expõem os trabalhadores ao ridículo e à humilhação, diante dos colegas, de clientes e da sociedade em geral.

Conforme matéria especial do Tribunal Superior do Trabalho, violência psicológica, constrangimento, humilhação, exposição ao ridículo, são elementos básicos para a definição do quadro de assédio moral no mundo do trabalho. Também pode caracterizar assédio moral tarefas estranhas ou incompatíveis com o cargo, ou em condições e prazos inexequíveis; designar funcionários qualificados ou especializados para funções triviais; apropriar-se de ideias, propostas, projetos ou trabalhos; torturar psicologicamente, desprezar, ignorar ou humilhar o trabalhador, isolando-o de contato com colegas e superiores hierárquicos; sonegar informações necessárias ao desempenho das funções ou relativas a sua vida funcional; e divulgar rumores e comentários maliciosos ou críticas reiteradas e subestimar esforços, afetando a saúde mental do trabalhador.

A matéria do TST acrescenta a essa lista atitudes como a “inação compulsória” - quando a chefia deixa de repassar serviços ao trabalhador, deixando-o propositalmente ocioso –, a imposição de “prendas” que o exponham ao ridículo, em caso de não alcançar as metas, entre outros. Estas práticas resultam na degradação das condições de trabalho, por meio
de condutas negativas dos superiores hierárquicos em relação a seus
subordinados, acarretando prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador
e a empresa ou órgão. Em alguns casos os colegas participam e concordam com as práticas por estarem interessados no afastamento da vítima.

O ministro do TST João Oreste Dalazen explica que o assédio se caracteriza
“pela violência psicológica extrema à qual uma pessoa é submetida por um chefe ou mesmo por um colega de trabalho”. Ele ressalta, porém, que uma situação isolada não deve ser enquadrada como assédio moral. “É preciso haver uma perseguição sistemática”, observa, lembrando que humilhações infringidas entre colegas de trabalho são mais raras. “A maioria dos casos é de reclamações contra assédios morais impostos por chefes hierárquicos a subordinados, aos quais submetem a situações de violência psicológica.”

Como conseguir provas
O advogado da Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecosul), Vitor Rocha Nascimento, informa que a prova do assédio moral pode ser feita por qualquer meio admitido legalmente. “A prova mais comum é a testemunhal, ou seja, o depoimento de pessoas que presenciaram o assédio a que a pessoa foi submetida”, explica. Porém, segundo ele, há outros meios, como provas documentais (por exemplo, cartazes, panfletos, jornais das empresas), fotos ou vídeos que retratem a colocação do empregado em situação humilhante no trabalho (por exemplo, quando é obrigado a cumprir "prendas" por não atingir as metas), ou, ainda, textos de emails enviados indiscriminadamente para colegas do assediado, humilhando-o perante todos.

O advogado acrescenta que ainda há a possibilidade de constituir prova por meio de gravação de conversa presencial ou telefônica, desde que a gravação seja feita pelo assediado em conversa na qual ele seja um dos interlocutores, o que tem sido aceito pela Justiça do Trabalho como prova.

Outro alerta do departamento jurídico é que assédio moral é uma conduta ilícita que possibilita reparação indenizatória ao assediado. Além disso, trata-se de conduta passível de punições, que, portanto, pode ser denunciada aos sindicatos profissionais, bem como às autoridades, como Ministério Público do Trabalho e as Superintendências Regionais do Trabalho. Além disso, pode haver a procura da reparação pela Justiça do Trabalho, seja com pedidos de indenização pós danos morais, seja com pedidos de obrigação de fim do assédio.

O presidente da Fecosul, Guiomar Vidor, que também é presidente da CTB-RS, observa que por ser uma matéria relativamente nova, as entidades sindicais e os próprios trabalhadores ainda não se deram conta do grande número de trabalhadores e trabalhadoras que são submetidos diariamente a situações de assédio moral e os malefícios que o mesmo proporciona.

“Precisamos dar uma atenção maior para estas formas de pressão psicológicas que vem sendo introduzidas pelas empresas com o objetivo de garantia de metas e de dominação do trabalhador. As ações judiciais e as denúncias públicas tem se revelado a melhor forma de combate a esta forma discriminatória de conduta das empresas e dos superiores aos seus comandados”, alerta Vidor.

Márcia Carvalho - Assessoria Fecosul

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Dissídio dos comerciários é finalmente acordado em Ijuí



Após uma longa série de negociações que se estenderam durante praticamente todo o ano passado, nesta segunda-feira pela manhã, finalmente foi acordado o dissídio referente ao ano de 2011 dos comerciários. O acordo foi fechado em uma reunião no SINDILOJAS entre ambos os Sindicatos.

“As negociações neste período possivelmente tenham sido as mais difíceis dos últimos anos, justamente no momento em que políticas sociais são estendidas aos trabalhadores como a valorização do salário mínimo e também de valorização do piso regional estadual”, disse Rosane Simon, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí.

A proposta acordada para o piso da categoria em Ijuí é de R$ 660,00 de maio a dezembro de 2011 e R$ 670,00 de janeiro a abril de 2012, sendo este último valor base para as negociações do dissídio em 2012. Para os trabalhadores comissionados o piso será de R$ 675,00 de maio a dezembro de 2011 e R$ 685,00 de janeiro a abril de 2012. Os salários que recebem acima do piso terão reajuste de 8,30%, recebendo 2% de aumento real. As diferenças salariais deverão ser pagas juntamente com o salário de janeiro/2012. O auxílio escolar será pago com a folha de fevereiro/2012.

O Sindicato dos Empregados no Comercio de Ijuí trabalha agora para acordar o dissídio dos trabalhadores em farmácias e mercados e demais segmentos, cujos sindicatos patronais ficam na capital. O dissídio 2012 dos comerciários tem como data base o mês de maio.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Beck's Store de Ijuí continua descumprindo leis trabalhistas


As reclamações de trabalhadores da Beck's Store em Ijuí não cessaram. Além dos fatos acorridos no período natalino, quando cerca de 15 trabalhadores foram convocados no dia 25 de novembro e até a véspera do natal não tinham registro em carteira, não haviam recebido salários ou seu direito ao lanche nos horários estendidos do natal, as reclamações por manipulação de ponto e manipulação da data de pagamento de salário continuam. Neste mês, hoje, no nono dia útil, trabalhadores efetivos da empresa ainda não receberam seus salários.

“A empresa sequer acertou a situação dos trabalhadores temporários do natal, que até o momento não tiveram qualquer tipo de retorno”, diz a presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, Rosane Simon. Rosane disse que o Sindicato está tomando todas as medidas necessárias. Além de apresentar nova denúncia ao Ministério do Trabalho, uma ação coletiva será movida contra a empresa.

“É uma situação constrangedora para este trabalhadores e efetivamente clara quanto as falhas do nosso sistema de fiscalização do cumprimento das leias do trabalho. Esta empresa atua de forma desleal diante do trabalhador e de todos aqueles que buscam atuar dentro da lei, cumprindo com suas obrigações”, concluiu Rosane Simon.