O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí conseguiu novamente a antecipação dos efeitos da tutela para que os mercados não utilizem mão de obra de seus empregados em feriados, sem a devida autorizados por convenção coletiva. A decisão vale para feriados de 02 e 15 de novembro.
A decisão da Juíza do Trabalho Substituta Kelen Patrícia Bagetti estabelece pena de pagamento de multa de R$ 2.000,00 por empregado que trabalhar no feriado. O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, através de sua Assessoria Jurídica, orienta seus associados e a comunidade em geral para que reúnam provas de estabelecimentos que abrirem nestes feriados. De posse de nota fiscal de compra nestas datas, é possível ajuizar ações na Justiça do Trabalho para que a mesma aplique as sanções legais.
A Juíza Kelen Patrícia Bagetti justifica a medida como “única forma de garantir o sagrado direito ao descanso no feriado em questão e evitar prejuízo aos trabalhadores. A força de trabalho não é passível de restituição, assim como não o é a perda do convívio familiar e religioso”.
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Denuncia de perseguição a trabalhadores na Cotrijui
Na manhã desta terça-feira (20) a direção do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí recebeu denúncias de trabalhadores do mercado da Cotrijui no centro. A Presidenta Rosane Simon, acompanhada de comerciários foi verificar a situação e conversou com os trabalhadores da cooperativa.
“Os trabalhadores que nos confirmam as informações que nós já estávamos averiguando com relação ao tratamento que eles estão recebendo desta direção. Há uma situação que se encontra no limite do tolerável”, disse Rosane Simon.
É evidente segundo os trabalhadores, a falta de mercadorias nas prateleiras do mercado do centro e os boatos de uma possível venda desta loja assustam os trabalhadores. “Estamos no limite na medida em que as constantes demissões estão sobrecarregando os trabalhadores que ficam”, disse uma trabalhadora. Ela relatou que na padaria, por exemplo, apenas dois padeiros estão com a responsabilidade de abastecer o mercado.
“Percebemos certo abandono e falta de mercadorias. Os trabalhadores e trabalhadoras tem que se virar para realizarem as suas tarefas mais comuns. Há desmotivação na medida em que os funcionários da cooperativa estão em vários postos trabalhando por dois e não recebem orientações adequadas sobre o trabalho e a situação da empresa, que também diz respeito a eles. Os mercados hoje são um barco sem leme”, frisou a Presidenta do Sindicato.
Rosane disse que os boatos de que o mercado seja vendido causam muita insegurança aos trabalhadores que percebem também que as demissões estão ocorrendo de forma indiscriminada. “Já estamos há muito tempo tentando dialogar com a Direção da empresa que não nos recebe, nos encaminhando sempre a diferentes assessorias que nada resolvem. Além da negociação do dissídio, há situação de demissão de diretores do Sindicato com estabilidade de emprego e problemas de assedio moral inclusive sobre uma trabalhadora especial que foi agredida verbalmente e humilhada pelo gerente”, explicou.
A Sindicalista relatou que funcionários com 25, 30 anos de trabalho na cooperativa são demitidos e a empresa, inexplicavelmente, deposita em juízo, apenas 30% dos valores rescisórios a que o trabalhador tem direto e que a cooperativa orienta estes trabalhadores a buscar o restante na justiça. “A atual direção provoca uma arbitrariedade sem limites quando obriga o trabalhador a uma ação rescisória judicial, independentemente da vontade deste trabalhador. Os direitos que eles estão negando a estes trabalhadores são direitos conquistados e trabalhados, direitos já adquiridos e que não lhes podem ser negados. A prerrogativa de buscar a justiça e do trabalhador e não do empregador”, frisou.
A assessoria jurídica do Sindicato e a direção já relataram esta situação ao Ministério Público do Trabalho e à Justiça do Trabalho. Uma reunião no MPT ocorrerá na próxima semana para tratar destas questões.
Rosane Simon defende uma nova mobilização da sociedade. “Esta cooperativa é nossa, de todos os cidadãos da nossa região e vive esta situação constrangedora”. Ela expressa indignação com o fato de que vários seguranças armados trabalham dentro da cooperativa, junto aos funcionários e associados, “algo que nunca havíamos visto nesta empresa”. “Buscamos pacientemente o diálogo com esta direção, de assessoria em assessoria, sem obtermos nenhuma resposta objetiva para resolver todas estas situações que relatamos e que se agravam dia após dia. Esta direção está rompendo com as possibilidades de interlocução com o Sindicato e por isso vamos, a partir deste momento, achar outros meios de resguardar o direito dos trabalhadores e também de contribuir para que a Cotrijui supere toda esta situação financeira, num espírito de cooperativa, colaboração e de diálogo”, concluiu.
“Os trabalhadores que nos confirmam as informações que nós já estávamos averiguando com relação ao tratamento que eles estão recebendo desta direção. Há uma situação que se encontra no limite do tolerável”, disse Rosane Simon.
É evidente segundo os trabalhadores, a falta de mercadorias nas prateleiras do mercado do centro e os boatos de uma possível venda desta loja assustam os trabalhadores. “Estamos no limite na medida em que as constantes demissões estão sobrecarregando os trabalhadores que ficam”, disse uma trabalhadora. Ela relatou que na padaria, por exemplo, apenas dois padeiros estão com a responsabilidade de abastecer o mercado.
“Percebemos certo abandono e falta de mercadorias. Os trabalhadores e trabalhadoras tem que se virar para realizarem as suas tarefas mais comuns. Há desmotivação na medida em que os funcionários da cooperativa estão em vários postos trabalhando por dois e não recebem orientações adequadas sobre o trabalho e a situação da empresa, que também diz respeito a eles. Os mercados hoje são um barco sem leme”, frisou a Presidenta do Sindicato.
Rosane disse que os boatos de que o mercado seja vendido causam muita insegurança aos trabalhadores que percebem também que as demissões estão ocorrendo de forma indiscriminada. “Já estamos há muito tempo tentando dialogar com a Direção da empresa que não nos recebe, nos encaminhando sempre a diferentes assessorias que nada resolvem. Além da negociação do dissídio, há situação de demissão de diretores do Sindicato com estabilidade de emprego e problemas de assedio moral inclusive sobre uma trabalhadora especial que foi agredida verbalmente e humilhada pelo gerente”, explicou.
A Sindicalista relatou que funcionários com 25, 30 anos de trabalho na cooperativa são demitidos e a empresa, inexplicavelmente, deposita em juízo, apenas 30% dos valores rescisórios a que o trabalhador tem direto e que a cooperativa orienta estes trabalhadores a buscar o restante na justiça. “A atual direção provoca uma arbitrariedade sem limites quando obriga o trabalhador a uma ação rescisória judicial, independentemente da vontade deste trabalhador. Os direitos que eles estão negando a estes trabalhadores são direitos conquistados e trabalhados, direitos já adquiridos e que não lhes podem ser negados. A prerrogativa de buscar a justiça e do trabalhador e não do empregador”, frisou.
A assessoria jurídica do Sindicato e a direção já relataram esta situação ao Ministério Público do Trabalho e à Justiça do Trabalho. Uma reunião no MPT ocorrerá na próxima semana para tratar destas questões.
Rosane Simon defende uma nova mobilização da sociedade. “Esta cooperativa é nossa, de todos os cidadãos da nossa região e vive esta situação constrangedora”. Ela expressa indignação com o fato de que vários seguranças armados trabalham dentro da cooperativa, junto aos funcionários e associados, “algo que nunca havíamos visto nesta empresa”. “Buscamos pacientemente o diálogo com esta direção, de assessoria em assessoria, sem obtermos nenhuma resposta objetiva para resolver todas estas situações que relatamos e que se agravam dia após dia. Esta direção está rompendo com as possibilidades de interlocução com o Sindicato e por isso vamos, a partir deste momento, achar outros meios de resguardar o direito dos trabalhadores e também de contribuir para que a Cotrijui supere toda esta situação financeira, num espírito de cooperativa, colaboração e de diálogo”, concluiu.
sábado, 11 de maio de 2013
Proposta de reajuste dos comerciários é de 12% com piso de R$ 850,00
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| Campanha Salarial 2013 3m São Luiz Gonzaga |
Com estas palavras o Presidente da Fecosul Guiomar Vidor saudou os trabalhadores e trabalhadoras do comércio presentes ao ato de lançamento da campanha salarial unificada em São Luiz Gonzaga, na manhã desta sexta-feira (10).O entusiasmo era compartilhado pelos demais sindicalistas presentes ao ato. “A categoria está mobilizada e ciente do bom momento que o comércio vive”, disse Nestor Kalsing, Presidente do Sindicato em Santa Rosa. “Estamos com muita motivação e com muito orgulho da nossa categoria, que está ganhando este tempo, buscando melhores condições na vida e no trabalho”, complementou Rosane Simon, 2ª Vice-presidenta da Fecosul e Presidenta do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí.

Cerca de 100 pessoas participaram da caminhada pelas ruas do centro de São Luiz Gonzaga, distribuindo panfletos com a proposta da categoria. Na caminhada, duas paradas em dois supermercados da cidade, onde os comerciários manifestaram seu descontentamento com o desrespeito destas empresas com as negociações coletivas e denunciaram o abuso contra os direitos dos trabalhadores. “Manifestamos nossa indignação com as empresas que não aceitam as negociações coletivas e tratam com indiferença o direito dos trabalhadores. Já buscamos resolver a questão no diálogo, mas a situação está se arrastando e nós vamos brigar por nossos direitos”, disse o presidente do Sindicato em São Luiz Gonzaga, Américo Fabrício.
Em Ijuí, comerciários reafirmam a proposta de 12%A tarde o ato aconteceu em Ijuí, também com uma caminhada pelas ruas do centro da cidade, mobilizando os trabalhadores para a assembleia geral da categoria que iria acontecer no final da tarde. Novamente cerca de 100 pessoas realizaram a manifestação em que os representantes dos trabalhadores novamente entregaram a pauta de revindicações da categoria ao Sindilojas.
Em frente a um supermercado, Guiomar lembrou que este setor foi um dos segmentos do comércio que mais cresceu no ano passado e é também um dos setores que mais exige dos comerciários. “Nos supermercados não tem sábado, não tem domingo para os trabalhadores e trabalhadoras e por isso mesmo, por todo esse trabalho, este setor é um dos que mais fatura. E apesar disso, é onde o comerciário menos ganha”, explicou.“Estamos nos mobilizando por um aumento real de salários, mas também para que o comerciário tenha o direito a uma vida melhor. O trabalhador e a trabalhadora do comércio também merecem desfrutar do fruto do seu trabalho e por isso estamos mobilizados, para avançar na conquista de direitos como o de descanso aos sábados a tarde e domingos”, concluiu Rosane Simon.
Em assembleia, comerciários apoiam propostas e exigem mais direitos
No final da tarde o auditório do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí lotou para a assembleia geral da categoria. A reunião foi aberta pela Presidenta Rosane Simon que relatou as ações de lançamento da campanha salarial ocorridas durante o dia e explicou aos trabalhadores a proposta que a categoria está negociando com os patrões. “Estamos negociando diversas cláusulas sociais e também 12% de aumento, inclusos ai os 6,77% de reposição da inflação. Uma proposta justa. Que os empresários não venham com choradeira porque eles cresceram 8,4% acima da inflação no ano passado”.
Luis Carlos Vasconcellos, assessor jurídico do Sindicato lembrou aos presentes que as negociações são muito difíceis e os trâmites já acontecem desde dezembro de 2012. “há muita resistência dos patrões com a nossa proposta que além dos 12% de aumento, pede um piso mínimo de R$ 850,00”. Vasconcellos relatou também que entre as cláusulas sociais negociadas está a de que o trabalhador que esteja há um ano de se aposentar tenha estabilidade no emprego até a aposentadoria.
Um intenso debate demonstrou o descontentamento dos comerciários com algumas questões relativas a carga horária e ao trabalho nos sábados e domingos. Os trabalhadores querem o fim da compensação de horas e o pagamento das horas extras trabalhadas e estão cientes da necessidade de união para garantir o direito ao descanso nos finais de semana. A Fecosul está estudando ações para garantir a reconquista deste direito.
“É hora de juntar a nossa coragem, toda a nossa energia e nos unirmos numa intensa mobilização para aproveitar este bom momento da economia. O comércio está perdendo trabalhadores para outros setores porque paga mal e tem uma jornada de trabalho mais longa. Que bom que todos vocês vieram, atendendo nosso chamado para este momento importante. Vender dá trabalho e com mobilização, união e muita luta vamos garantir que o nosso trabalho seja valorizado”, finalizou Rosane Simon.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Acordo com mercados para horário de natal e ano novo
Em reunião realizada nesta semana entre o Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí e os principais representantes do setor supermercadista da cidade, foi realizado acordo para o funcionamento dos mercados nos dias 24 e 31 de dezembro.
Os trabalhadores deste setor realizavam a sua jornada de trabalho nestas datas das 8 às 22 horas. Pelo acordo, os mercados fecharam nos dia 24 e 31 de dezembro as 18 horas. “Consideramos um acordo importante para que os trabalhadores deste setor tenham oportunidade de desfrutar deste período de festas com a família”, disse a presidente do Sindicato, Rosane Simon.
Os trabalhadores deste setor realizavam a sua jornada de trabalho nestas datas das 8 às 22 horas. Pelo acordo, os mercados fecharam nos dia 24 e 31 de dezembro as 18 horas. “Consideramos um acordo importante para que os trabalhadores deste setor tenham oportunidade de desfrutar deste período de festas com a família”, disse a presidente do Sindicato, Rosane Simon.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Longa jornada e baixos salários afastam trabalhadores do comércio
| Fonte: PED/DIEESE Elaboração : DIEESE RS |
A grande maioria que quer sair ou que já saiu do comércio aponta a extensa jornada e a pouca valorização do trabalho como decisivos para a continuação no setor. Principalmente, os que estão em supermercados, e que trabalham domingos e feriados.
Mesmo os que gostam do seu trabalho, do contato com o cliente, se queixam da falta de valorização desta atividade essencial para a economia das cidades, do Estado e do País. Os comerciários ainda citam a falta de vale transporte, a falta de vale alimentação, falta de auxílio creche, de auxílio estudante, entre outros.
| Marcos Meira, de Ijuí, largou o supermercado e mudou de ramo. |
Em Carazinho e Região, de janeiro a maio deste ano, foram 132 pedidos de demissão de funcionários de supermercados. "Chegou um tempo que eu decidi que precisava de qualidade de vida. Raramente se tem um sábado livre, quando se trabalha no comércio, então fiz um concurso público e passei”, comemora Vanderlei Assmann, 34 anos, que trabalhou 13 no comércio de Carazinho.
As queixas são as mesmas para todos os entrevistados. Mesmo os que querem continuar no setor reivindicam melhorias e mais valorização do trabalho. É o que dizem trabalhadores no comércio de Santiago, Taquari, Farroupilha, Uruguaiana, Bento Gonçalves, Taquara, ijuí e Carazinho, que responderam a pesquisa.
Dieese mostra a diferença entre comércio e outros setores
Estudo do Dieese aponta que a jornada média semanal do comércio é de 47 horas, a mais alta entre os setores. Esta média ultrapassa em 3 horas, a jornada semanal de 44 horas. E afeta mais os jovens e as mulheres. Os jovens comerciários não podem prosseguir nos estudos e na sua qualificação, quesito muito cobrado na hora de contratar. Já para as mulheres comerciárias, que na região Metropolitana de Porto Alegre são a grande maioria das trabalhadoras do setor e 63% são mães, é difícil conciliar a vida profissional e a familiar com a jornada tão longa. As condições afetam a família toda.
Ao analisar a renda, o Dieese mostra que o salário do comerciário está na frente apenas do setor agropecuário, que tem média de R$ 749,60, e no comércio a média é R$ 797,30. Já na indústria e serviços a jornada é menor, 43 e 42 horas, respectivamente, e os salários de contratação giram em torno de R$ 914,10 e R$ 919,20.
| Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego, CAGED Elaboração: DIESE RS |
Pedidos de demissão são 33% dos desligamentos no comércio
Conforme o estudo do Dieese, feito pela economista Daniela Sandi, os pedidos de demissão no comércio gaúcho representam 33,4% dos desligamentos. Este índice representa um terço das demissões, ficando abaixo apenas das demissões por iniciativa das empresas que são 45,6%.
Fecosul diz que vai continuar luta pela redução da jornada
Para o presidente da Fecosul, Guiomar Vidor a pesquisa feita com o apoio dos sindicatos, mesmo que informal, mostra a situação dos trabalhadores no comércio do Estado, em especial dos trabalhadores em supermercados. “É preciso que os empresários do setor se conscientizem que os trabalhadores precisam ser valorizados. Que o trabalho aos domingos não dá lucro, não gera emprego, deixa o trabalhador descontente e desagrega a família. Este estudo também fortalece e justifica a campanha do movimento sindical pela jornada de 40 horas semanais", destaca Vidor.
“A Federação vai continuar e aprofundar a luta nas negociações coletivas para que melhorem as condições de trabalho, que melhorem os salários e que haja descanso aos domingos e feriados”, completa o presidente da Fecosul.
“Fica claro que a atividade profissional no comércio começa a deixar de ser interessante. Fica mais claro ainda a necessidade que a classe patronal reveja seus conceitos conservadores. Qualidade de vida é preciso”, defende o presidente do Sindicato dos Comerciários de Carazinho e Região, Ivomar de Andrade (Tomate).
Assessoria de Imprensa Fecosul, com colaboração de Sereno Azevedo.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Mercados que abriram no feriado de Corpus Christi pagarão multa
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí conseguiu novamente a antecipação dos efeitos da tutela para que os mercados não utilizem mão de obra de seus empregados em feriados, sem a devida autorizados por convenção coletiva, a começar pelo feriado de Corpus Christi, ocorrido na última quinta-feira, 07 de junho.
A decisão da Juíza do Trabalho Substituta Odete Carlin estabelece pena de pagamento de multa de R$ 2.000,00 por empregado que vier a trabalhar no feriado. O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, através de sua Assessoria Jurídica está reúnindo provas de estabelecimentos que abriram no feriado para ajuizar ações na Justiça do Trabalho para que a mesma aplicaque as sanções legais.
Na decisão da Juíza Odete Carlin justifica a medida como “única forma de garantir o sagrado direito ao descanso no feriado em questão e evitar prejuízo aos trabalhadores. A força de trabalho não é passível de restituição, assim como não o é a perda do convívio familiar e religioso”.
A decisão da Juíza do Trabalho Substituta Odete Carlin estabelece pena de pagamento de multa de R$ 2.000,00 por empregado que vier a trabalhar no feriado. O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, através de sua Assessoria Jurídica está reúnindo provas de estabelecimentos que abriram no feriado para ajuizar ações na Justiça do Trabalho para que a mesma aplicaque as sanções legais.
Na decisão da Juíza Odete Carlin justifica a medida como “única forma de garantir o sagrado direito ao descanso no feriado em questão e evitar prejuízo aos trabalhadores. A força de trabalho não é passível de restituição, assim como não o é a perda do convívio familiar e religioso”.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Falta de mão de obra no setor de Supermercados
O comércio em geral vem enfrentando dificuldades na hora de contratar e estas dificuldades se acentuam em alguns setores, principalmente no de supermercados e farmácias, devido a jornada prolongada e a abertura destes estabelecimentos aos domingos.
Como característica, estes setores têm em seu quadro funcional, principalmente mão de obra jovem, feminina e de estudantes, que não vislumbram tempo nem para os estudos e nem para o convívio familiar e este é o principal motivo que causa uma alta rotatividade de mão de obra, superior a 50% ao ano, segundo os institutos de pesquisa.
Outros setores que não tem o domingo como dia de trabalho, estão absorvendo grande parte dos comerciários que mudam de setor para ter o final de semana livre. Já existem redes de supermercados pensando em fechar aos domingos, por falta de mão de obra e pela alta rotatividade que enfrentam, exemplo é uma rede de minas gerais que pode ser a primeira a tomar tal decisão.
Domingo e Feriado não é dia de Mercado.
Com informações do Sindicomerciários de Erechim
Veja a matéria que saiu no “famoso” JORNAL NACIONAL, no dia 19/04/2012.
Como característica, estes setores têm em seu quadro funcional, principalmente mão de obra jovem, feminina e de estudantes, que não vislumbram tempo nem para os estudos e nem para o convívio familiar e este é o principal motivo que causa uma alta rotatividade de mão de obra, superior a 50% ao ano, segundo os institutos de pesquisa.
Outros setores que não tem o domingo como dia de trabalho, estão absorvendo grande parte dos comerciários que mudam de setor para ter o final de semana livre. Já existem redes de supermercados pensando em fechar aos domingos, por falta de mão de obra e pela alta rotatividade que enfrentam, exemplo é uma rede de minas gerais que pode ser a primeira a tomar tal decisão.
Domingo e Feriado não é dia de Mercado.
Com informações do Sindicomerciários de Erechim
Veja a matéria que saiu no “famoso” JORNAL NACIONAL, no dia 19/04/2012.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Nota sobre o feriado de páscoa
Diferentes informações
foram divulgadas na mídia esta semana, referentes ao funcionamento
do comércio em Ijuí no feriado de páscoa. Para resguardar o
direito dos trabalhadores, o Sindicato dos Empregados no Comércio de
Ijuí, esclarece que acordo realizado com o Sindicato de Gêneros
(representante das empresas mercadistas) é pela não abertura dos
mercados e supermercados no domingo de páscoa e na sexta-feira
santa.
Visando garantir para
os trabalhadores do comércio o domingo de páscoa, os supermercados
poderão abrir no sábado, 21 de abril, com o pagamento de 100% nas
horas extras aos trabalhadores.
O comércio em geral,
segue o que está estabelecido em Lei Municipal, fechando na
sexta-feira santa e no domingo.
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