Em reunião realizada nesta terça feria (19), o Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí e o Sindilojas fecharam acordo para o funcionamento do comércio neste natal e no carnaval de 2014. No acordo, além dos horários diferenciados no período natalino (tabela), a terça-feira de carnaval, dia 4 de março de 2014, convencionou-se que o comércio estará fechado, podendo o empregador compensar esse dia até 30 de abril.
A Presidenta do Sindicato dos Empregados no Comércio em Ijuí, Rosane Simon, disse que será realizada uma ampla divulgação do horário de funcionamento do comércio entre os trabalhadores e pede que abusos sejam denunciados ao Sindicato. “é importante que haja a denúncia por parte do trabalhador de eventuais irregularidades para que possamos encaminha-lhas ao Ministério do Trabalho e, se necessário, ao Ministério Público do Trabalho para penalizar os maus empresários por estas faltas e pelo descumprimento do acordo”.
Dentre os principais abusos e desrespeito à legislação do trabalho estão a manipulação do registro de horário, a recusa do dia de folga para quem trabalha no domingo e o não pagamento de lanche e vale-transporte.
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terça-feira, 19 de novembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Comerciárias aprovam propostas de dissídio da categoria
Os trabalhadores e trabalhadoras no comercio de Ijuí aprovaram em assembleia ordinária, na última sexta-feira (13), as propostas de dissídio para a categoria, após longas negociações entre a Direção do Sindicato e as Direções do Sindilojas e da Cotrijui. Falta ainda fechar o reajuste dos trabalhadores em supermercados, álcool e bebidas, concessionárias e demais segmentos que são negociados em Porto Alegre. “O Sindigêneros, que é o Sindicato Patronal que representa os supermercados, normalmente aguarda o reajuste do comércio para acompanhar a proposta”, disse a Presidenta do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, Rosane Simon.
Para os trabalhadores e trabalhadoras da Cotrijui, o piso passará para R$ 840,00. Uma das proposta do Sindicato de Trabalhadores era a mudança da data base para março, o que não foi aceito, neste momento, pela Direção da cooperativa. A data base segue sendo maio.
O reajuste para os salários acima do piso ficará em 7,16%, em maio, mais 1,5% no mês de outubro. A proposta é de que o reajuste de 1,5% seja calculado sobre o salário reajustado pago em setembro. As diferenças retroativas a maio (maio a agosto) serão pagas em outubro e o auxilio escolar em novembro. A partir de janeiro/2014 a Direção do Sindicato retoma as negociações com a Cotrijuí para mudar a data base da categoria.
Reajuste do piso no comércio varejista é baixo. Valorização está no mínimo regional
Os trabalhadores e trabalhadoras também aprovaram a proposta de reajuste para o comércio varejista, após uma série de reuniões entre as Direções dos Sindicatos. O piso da categoria passará a valer R$ 815,00 e o reajuste para os demais salários será de 7,80%. O aumento real para a categoria foi de 1,91% (inflação do período foi de 5,89%, correspondente a 10 meses, devido a mudança da data base para março).
“Apesar das dificuldades conseguimos ampliar a proposta inicial que era de apenas 7% para os salários acima do piso, o que consideramos uma conquista para a categoria, apesar de saber que está longe daquilo que almejamos como valorização do trabalho no comércio”, comentou Rosane Simon.
Apesar de aceitar a proposta, o que desagradou foi o reajuste do piso da categoria, de R$ 745,00 para R$ 815,00. “A dificuldade em conseguirmos um reajuste maior para o piso da categoria só nos mostra o quanto nós trabalhadores e trabalhadoras devemos lutar para manter a política de reajustes do mínimo regional no estado, que tem proporcionado aos trabalhadores a valorização que não ganhamos dos patrões”, conclui Rosane Simon.
O reajuste do mínimo regional será em janeiro e as perspectivas indicam que deve chegar a R$ 880,00.
Para os trabalhadores e trabalhadoras da Cotrijui, o piso passará para R$ 840,00. Uma das proposta do Sindicato de Trabalhadores era a mudança da data base para março, o que não foi aceito, neste momento, pela Direção da cooperativa. A data base segue sendo maio.
O reajuste para os salários acima do piso ficará em 7,16%, em maio, mais 1,5% no mês de outubro. A proposta é de que o reajuste de 1,5% seja calculado sobre o salário reajustado pago em setembro. As diferenças retroativas a maio (maio a agosto) serão pagas em outubro e o auxilio escolar em novembro. A partir de janeiro/2014 a Direção do Sindicato retoma as negociações com a Cotrijuí para mudar a data base da categoria.
Reajuste do piso no comércio varejista é baixo. Valorização está no mínimo regional
Os trabalhadores e trabalhadoras também aprovaram a proposta de reajuste para o comércio varejista, após uma série de reuniões entre as Direções dos Sindicatos. O piso da categoria passará a valer R$ 815,00 e o reajuste para os demais salários será de 7,80%. O aumento real para a categoria foi de 1,91% (inflação do período foi de 5,89%, correspondente a 10 meses, devido a mudança da data base para março).
“Apesar das dificuldades conseguimos ampliar a proposta inicial que era de apenas 7% para os salários acima do piso, o que consideramos uma conquista para a categoria, apesar de saber que está longe daquilo que almejamos como valorização do trabalho no comércio”, comentou Rosane Simon.
Apesar de aceitar a proposta, o que desagradou foi o reajuste do piso da categoria, de R$ 745,00 para R$ 815,00. “A dificuldade em conseguirmos um reajuste maior para o piso da categoria só nos mostra o quanto nós trabalhadores e trabalhadoras devemos lutar para manter a política de reajustes do mínimo regional no estado, que tem proporcionado aos trabalhadores a valorização que não ganhamos dos patrões”, conclui Rosane Simon.
O reajuste do mínimo regional será em janeiro e as perspectivas indicam que deve chegar a R$ 880,00.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Assembleia rejeita propostas do Sindilojas e Cotrijui
Os trabalhadores e trabalhadoras do comércio, reunidos em assembléia na noite desta quarta-feira (14) em Ijuí, rejeitaram a proposta de dissídio salarial encaminhada pelo Sindilojas. Quatro reuniões de negociação já foram realizadas.
A proposta patronal era de R$ 815,00 para o piso salarial e de 7% de aumento para os demais salários. A inflação do período foi de 5,89%. O percentual de reajuste do piso para o valor de R$ 815,00 é de 9,39%.
"Há um evidente arrocho salarial em curso no setor. Se por um lado a política de reajustes do mínimo regional tem garantido a mínima valorização do piso da categoria, observamos nos últimos anos um achatamento dos salários que estão acima do piso e o resultado disso é que a diferença entre o piso e os demais salários esta diminuindo", explica a Presidenta do Sindicato Rosane Simon.
Para comprovar esta questão basta analisar os dados que realizam uma comparação entre os índices de reajuste do piso e dos demais salários, na tabela ao lado.
"No período analisado o reajuste do piso foi de 39,86%, no entanto os demais salários tiveram um reajuste de 28%. A diferença é de 11,86%. Estes números demonstram claramente como o trabalho no comercio é desvalorizado pela classe patronal", afirma Rosane Simon.
Por fim a assembléia decidiu rejeitar a proposta do Sindilojas. Ainda hoje, uma contraproposta dos trabalhadores será protocolada no Sindicato Patronal. "É uma briga muito grande reajustar nossos salários acima da inflação e como pudemos comprovar os reajustes que foram dados nos últimos anos arrocham e aproximam os salários do piso da categoria", afirma a Presidenta do Sindicato.
A proposta aprovada em assembleia pelos trabalhadores e trabalhadoras do comércio e de R$ 830,00 para o piso e de 8% de aumento para os demais salários, além do vale alimentação para a categoria.
Proposta da Cotrijui também é rejeitada
Com a Cotrijui as negociações estão mais avançadas mas ainda há a necessidade de superar alguns impasses. Rosane Simon explica que a proposta do piso de R$ 840,00 foi aceita, mas o reajuste de 7% retroagindo a maio foi desconsiderada.
Os trabalhadores buscam um reajuste de 7% retroativo a março, mais 1% em outubro. Caso a cooperativa insista de que o reajuste seja retroativo a maio, a proposta é de que haja mais 1 % em setembro e mais 1% em outubro.
"Já conversamos com a cooperativa e achamos que será possível um acordo. Se não conseguirmos avançar teremos que buscar efetivar estes índices nas negociações com a Ocergs que valerão também para a Cotrijui", concluiu Rosane Simon.
A proposta patronal era de R$ 815,00 para o piso salarial e de 7% de aumento para os demais salários. A inflação do período foi de 5,89%. O percentual de reajuste do piso para o valor de R$ 815,00 é de 9,39%.
"Há um evidente arrocho salarial em curso no setor. Se por um lado a política de reajustes do mínimo regional tem garantido a mínima valorização do piso da categoria, observamos nos últimos anos um achatamento dos salários que estão acima do piso e o resultado disso é que a diferença entre o piso e os demais salários esta diminuindo", explica a Presidenta do Sindicato Rosane Simon.
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| Salário Mínimo Regional valorizado e reajustes patronais que só cobrem a inflação |
"No período analisado o reajuste do piso foi de 39,86%, no entanto os demais salários tiveram um reajuste de 28%. A diferença é de 11,86%. Estes números demonstram claramente como o trabalho no comercio é desvalorizado pela classe patronal", afirma Rosane Simon.
Por fim a assembléia decidiu rejeitar a proposta do Sindilojas. Ainda hoje, uma contraproposta dos trabalhadores será protocolada no Sindicato Patronal. "É uma briga muito grande reajustar nossos salários acima da inflação e como pudemos comprovar os reajustes que foram dados nos últimos anos arrocham e aproximam os salários do piso da categoria", afirma a Presidenta do Sindicato.
A proposta aprovada em assembleia pelos trabalhadores e trabalhadoras do comércio e de R$ 830,00 para o piso e de 8% de aumento para os demais salários, além do vale alimentação para a categoria.
Proposta da Cotrijui também é rejeitada
Com a Cotrijui as negociações estão mais avançadas mas ainda há a necessidade de superar alguns impasses. Rosane Simon explica que a proposta do piso de R$ 840,00 foi aceita, mas o reajuste de 7% retroagindo a maio foi desconsiderada.
Os trabalhadores buscam um reajuste de 7% retroativo a março, mais 1% em outubro. Caso a cooperativa insista de que o reajuste seja retroativo a maio, a proposta é de que haja mais 1 % em setembro e mais 1% em outubro.
"Já conversamos com a cooperativa e achamos que será possível um acordo. Se não conseguirmos avançar teremos que buscar efetivar estes índices nas negociações com a Ocergs que valerão também para a Cotrijui", concluiu Rosane Simon.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Assembleia no dia 14 definirá ações para a negociação salarial
Diretores do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí e do SINDILOJAS realizaram nova reunião na manhã desta quarta-feira (31). Foi o quarto encontro de negociação entre as partes em que o Sindicato Patronal encaminhou aos trabalhadores do comércio a proposta de um piso de R$ 815,00 e um reajuste para os demais salários de 7%.
Rosane Simon, presidenta do Sindicato dos Comerciários disse que a proposta não agradou e que novamente o SINDILOJAS acena com o achatamento do poder de compra do trabalhador, na medida em que o cenário é de crescimento do comércio. “A proposta está longe daquilo que almejamos que é antes de mais nada a valorização do trabalho no comércio. Sentimos que se a nossa categoria quiser obter aumento do seu poder de compra e avançar nas negociações vamos precisar de mobilização. Mas quem decidirá isso é a categoria”.
O SINDILOJAS solicitou retorno até a próxima sexta-feira (02), acenando com a possibilidade de que, em caso de recusa, retorne aos valores iniciais da negociação que era de um reajuste para os demais salários de 6%.
“É importante que os trabalhadores tomem conhecimento de como estão sendo encaminhadas as negociações com o Sindicato Patronal. Não vamos tomar uma decisão de Diretoria mas sim uma decisão de toda a categoria”, disse Rosane Simon. Os comerciários tem sua assembleia geral ordinária convocada para o dia 14 de agosto. “É quando definiremos em conjunto, de acordo com a vontade da categoria, quais os encaminhamentos relativos ao nosso dissídio”, concluiu Rosane Simon.
Trabalhadores aguardam retorno de proposta encaminha à Cotrijui
Na última sexta-feira (26) a Direção do Sindicato dos Trabalhadores reuniu-se com a Direção da Cotrijui. Antes disso, houve uma primeira negociação em maio deste ano. A proposta da cooperativa é um piso de R$ 840,00 com reajuste para os demais salários de 7%. “Devemos lembrar que, na negociação com a Cotrijuí, o período da inflação é completo de 12 meses, data base maio, diferente da negociação com o SINDILOJAS e outras categorias patronais, comas quais conseguimos antecipar a data base para março. Com isso, conta-se apenas 10 meses a inflação (INPC) acumulada”, observou Rosane.
Para a cooperativa, o Sindicato dos Comerciários deixou uma contraproposta com um piso de R$ 850,00 (no princípio das negociações era de R$ 880,00) e um reajuste escalonado para os demais salários com 7% retroativo a maio, mais 1% em agosto e mais 1% em novembro. “Aguardamos resposta da Direção da Cotrijui e vamos encaminhar decisões com relação a esta negociação também na assembleia do dia 14 de agosto”, comentou a Presidenta do Sindicato dos Comerciários.
Rosane Simon, presidenta do Sindicato dos Comerciários disse que a proposta não agradou e que novamente o SINDILOJAS acena com o achatamento do poder de compra do trabalhador, na medida em que o cenário é de crescimento do comércio. “A proposta está longe daquilo que almejamos que é antes de mais nada a valorização do trabalho no comércio. Sentimos que se a nossa categoria quiser obter aumento do seu poder de compra e avançar nas negociações vamos precisar de mobilização. Mas quem decidirá isso é a categoria”.
O SINDILOJAS solicitou retorno até a próxima sexta-feira (02), acenando com a possibilidade de que, em caso de recusa, retorne aos valores iniciais da negociação que era de um reajuste para os demais salários de 6%.
“É importante que os trabalhadores tomem conhecimento de como estão sendo encaminhadas as negociações com o Sindicato Patronal. Não vamos tomar uma decisão de Diretoria mas sim uma decisão de toda a categoria”, disse Rosane Simon. Os comerciários tem sua assembleia geral ordinária convocada para o dia 14 de agosto. “É quando definiremos em conjunto, de acordo com a vontade da categoria, quais os encaminhamentos relativos ao nosso dissídio”, concluiu Rosane Simon.
Trabalhadores aguardam retorno de proposta encaminha à Cotrijui
Na última sexta-feira (26) a Direção do Sindicato dos Trabalhadores reuniu-se com a Direção da Cotrijui. Antes disso, houve uma primeira negociação em maio deste ano. A proposta da cooperativa é um piso de R$ 840,00 com reajuste para os demais salários de 7%. “Devemos lembrar que, na negociação com a Cotrijuí, o período da inflação é completo de 12 meses, data base maio, diferente da negociação com o SINDILOJAS e outras categorias patronais, comas quais conseguimos antecipar a data base para março. Com isso, conta-se apenas 10 meses a inflação (INPC) acumulada”, observou Rosane.
Para a cooperativa, o Sindicato dos Comerciários deixou uma contraproposta com um piso de R$ 850,00 (no princípio das negociações era de R$ 880,00) e um reajuste escalonado para os demais salários com 7% retroativo a maio, mais 1% em agosto e mais 1% em novembro. “Aguardamos resposta da Direção da Cotrijui e vamos encaminhar decisões com relação a esta negociação também na assembleia do dia 14 de agosto”, comentou a Presidenta do Sindicato dos Comerciários.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Acordo entre comerciários e Sindilojas tem mais um ano difícil de negociações
Após mais uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (26) entre diretores do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí e diretores do Sindilojas, ainda não foi possível acordo entre as partes referentes ao dissídio da categoria para o ano de 2013.
Esta foi a terceira reunião realizada. Os diretores do Sindicato dos Comerciários representados pela presidenta Rosane Simon, por Débora Maas e Marcos Prestes levaram aos diretores do Sindilojas a pauta da Fecomercio. A proposta dos trabalhadores foi de um piso geral de R$ 850,00 e 9% de aumento para os demais salários. A inflação no período foi de 5,89%. “Encaminhamos também a proposta de um piso diferenciado para a função de vendedor, de R$ 900,00, segundo as orientações da Fecosul”, explicou Débora Maas.
A direção do Sindilojas irá avaliar a proposta. Rosane Simon disse que as negociações seguem difíceis, como foram em todos os últimos anos mas que está otimista com um bom resultado nestas negociações já que todos os indicadores mostram que o comércio cresceu e promete um bom desempenho durante o ano.
“Além do desempenho positivo do comércio, está cada vez mais evidente para os patrões a necessidade de valorização do trabalho dos comerciários pela concorrência com outros setores da economia que, por terem uma jornada menor em que não se trabalha aos sábados e domingos, ainda pagam salários um pouco melhores”. Segundo a Vereadora e Presidenta da Sindicato, estas condições aliadas a boa oferta de vagas em todos os setores estão fazendo com que o trabalhador do comércio migre para a indústria por exemplo, o que tem causado reflexos negativos na oferta de profissionais para o comércio. “Está cada vez mais difícil achar trabalhadores dispostos a enfrentar a jornada de trabalho no comércio, com salários iguais e muitas vezes menores do que em outros setores. Só há um caminho para reverter isso que é a valorização do trabalhador do comércio”, concluiu Rosane Simon.
Esta foi a terceira reunião realizada. Os diretores do Sindicato dos Comerciários representados pela presidenta Rosane Simon, por Débora Maas e Marcos Prestes levaram aos diretores do Sindilojas a pauta da Fecomercio. A proposta dos trabalhadores foi de um piso geral de R$ 850,00 e 9% de aumento para os demais salários. A inflação no período foi de 5,89%. “Encaminhamos também a proposta de um piso diferenciado para a função de vendedor, de R$ 900,00, segundo as orientações da Fecosul”, explicou Débora Maas.
A direção do Sindilojas irá avaliar a proposta. Rosane Simon disse que as negociações seguem difíceis, como foram em todos os últimos anos mas que está otimista com um bom resultado nestas negociações já que todos os indicadores mostram que o comércio cresceu e promete um bom desempenho durante o ano.
“Além do desempenho positivo do comércio, está cada vez mais evidente para os patrões a necessidade de valorização do trabalho dos comerciários pela concorrência com outros setores da economia que, por terem uma jornada menor em que não se trabalha aos sábados e domingos, ainda pagam salários um pouco melhores”. Segundo a Vereadora e Presidenta da Sindicato, estas condições aliadas a boa oferta de vagas em todos os setores estão fazendo com que o trabalhador do comércio migre para a indústria por exemplo, o que tem causado reflexos negativos na oferta de profissionais para o comércio. “Está cada vez mais difícil achar trabalhadores dispostos a enfrentar a jornada de trabalho no comércio, com salários iguais e muitas vezes menores do que em outros setores. Só há um caminho para reverter isso que é a valorização do trabalhador do comércio”, concluiu Rosane Simon.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Sindicatos fecham acordo sobre horário de natal
Após o fechamento do
dissídio salarial dos comerciários, referente ao ano de 2012, o
Sindicato do Comercio Varejista de Ijuí (SINDILOJAS) e o Sindicato
dos Empregados no Comércio de Ijuí assinaram na manhã desta
terça-feira a convenção coletiva de trabalho especial referente ao
horário de funcionamento do comércio no período de natal, final de
ano e carnaval.
O comércio estará
fechado no domingo 16/12 e no feriado de natal, 25/12. Nos demais
dias, funcionará em horários diferenciados, conforme a tabela:
Datas/Dez
|
Dia da semana
|
Horário de Funcionamento
|
12
|
Quarta-feira
|
8:00 às 20:00
|
13
|
Quinta-feira
|
8:00 às 20:00
|
14
|
Sexta-feira
|
8:00 às 22:00
|
15
|
Sábado
|
8:00 às 18:00
|
16
|
Domingo
|
FECHADO
|
17
|
Segunda-feira
|
8:00 às 22:00
|
18
|
Terça-feira
|
8:00 às 22:00
|
19
|
Quarta-feira
|
8:00 às 22:00
|
20
|
Quinta-feira
|
8:00 às 22:00
|
21
|
Sexta-feira
|
8:00 às 22:00
|
22
|
Sábado
|
8:00 às 18:00
|
23
|
Domingo
|
17:00 às 22:00
|
24
|
Segunda-feira
|
8:00 às 16:00
|
25
|
Terça-feira
|
FECHADO
|
No período entre o
natal e o final de ano, entre os dias 26 e 29 de dezembro (quarta à
sábado) o comércio abrirá normalmente, no horário habitual
praticado por cada lojista durante o ano. No domingo dia 30 estará
fechado e no dia 31 abrirá das 8:00 ao meio-dia.
Pela convenção ficou
estabelecido que a terça-feira de carnaval, dia 12 de fevereiro será
ponto facultativo, cabendo a cada empresa a decisão de abrir ou não.
A integra do acordo pode ser acessada aqui.
domingo, 15 de julho de 2012
Assembleia avaliou proposta inicial de reajuste
Reunidos em assembleia na noite de sexta-feira (13), os comerciários de Ijuí deliberaram sobre as negociações do dissídio da categoria. Porém, o principal item na pauta desta reunião foi a ratificação da base territorial do Sindicato.
O assessor jurídico da entidade, Luiz Carlos Vasconcellos explicou que a ratificação é meramente burocrática, devido ao fato de que no cadastro do Ministério do Trabalho alguns municípios não constam como pertencentes a base de Ijuí. O ajuste é necessário porque gerava entraves burocráticos em cada negociação do dissídio.
O Sindicato já havia encaminhado a regularização mas no cadastro do ministério haviam ainda cidades excluídas da base. Vasconcellos disse que ao longo dos anos novos municípios foram surgindo e alguns maiores, foram incorporados a outras bases territoriais, motivo que gerou o fato. Dos 21 municípios que atualmente compõe a base territorial do Sindicato de Ijuí, 13 não constavam no cadastro do ministério.
A assembleia aprovou por unanimidade a ratificação. A base territorial de Ijuí, com 21 municípios é composta por Ajuricaba, Augusto Pestana, Bom Progresso, Bozano, Braga, Campo Novo, Catuípe, Chiapeta, Coronel Barros, Coronel Bicaco, Humaitá, Ijuí, Independência, Inhacorá, Jóia, Miraguaí, Nova Ramada, Santo Augusto, São Martinho, São Valério do Sul e Sede Nova.
Primeiras reuniões de negociação
A assembleia também tratou do dissídio da categoria. Guilherme Persich, diretor tesoureiro da entidade, informou aos presentes o resultado das primeiras reuniões de negociação. Na proposta negociada com a Cotrijui, o Sindicato pede um piso de R$ 780,00 e um reajuste de 12% para os demais salários. A empresa oferece um piso de R$ 770,00 com 6% de aumento para os demais. Guilherme Persich informou que o Sindicato tem conhecimento de que os trabalhadores da empresa ligados ao Sindicato da Alimentação chegaram aos 8% e crê num avanço das negociações.
Como se repete todos os anos, com outros sindicatos patronais as negociações permanecem difíceis. O SINCOPEÇAS oferece R$ 770,00 para o piso e R$ 740,00 para boys e trabalhadores da limpeza. 7% para os demais. O Sindicato Patronal responsável pela negociação das farmácias sequer respondeu as chamadas para reunião.
Para os demais trabalhadores do comercio em Ijuí o Sindicato propõe um reajuste de 12% e um piso de R$ 770,00. O SINDILOJAS oferece 6% e um piso de R$ 732,26, exatamente o valor do piso regional do estado.
Mínimo regional do estado é conquista dos trabalhadores
Algumas entidades patronais usam o reajuste do mínimo regional como parâmetro base para não negociar com os Sindicatos de trabalhadores. As entidades de trabalhadores alertam para esta questão esclarecendo que a conquista do piso mínimo regional é fundamentalmente resultado das mobilizações das entidades e da luta dos trabalhadores. O piso regional tem inclusive alavancado as negociações de várias categorias no estado. Guilherme explicou que muitas empresas não cumprem o mínimo regional e que o Sindicato de Ijuí já está mapeando onde isso acontece para tomar medidas judiciais e solicita aos trabalhadores que informem se isto acontece.
Segundo informações publicadas no Jornal do Comércio (Leia), o piso regional está puxando a remuneração das categorias em todos os setores da atividade gaúcha. O jornal informa que o balanço das negociações para reajustes de 72 categorias em 2011 mostrou que nenhuma teve reposição abaixo da inflação anual, e 98,6% forjaram acordos acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Os dados são do DIEESE/RS.
A assembleia autorizou a diretoria ao prosseguimento das negociações.
O assessor jurídico da entidade, Luiz Carlos Vasconcellos explicou que a ratificação é meramente burocrática, devido ao fato de que no cadastro do Ministério do Trabalho alguns municípios não constam como pertencentes a base de Ijuí. O ajuste é necessário porque gerava entraves burocráticos em cada negociação do dissídio.
O Sindicato já havia encaminhado a regularização mas no cadastro do ministério haviam ainda cidades excluídas da base. Vasconcellos disse que ao longo dos anos novos municípios foram surgindo e alguns maiores, foram incorporados a outras bases territoriais, motivo que gerou o fato. Dos 21 municípios que atualmente compõe a base territorial do Sindicato de Ijuí, 13 não constavam no cadastro do ministério.
A assembleia aprovou por unanimidade a ratificação. A base territorial de Ijuí, com 21 municípios é composta por Ajuricaba, Augusto Pestana, Bom Progresso, Bozano, Braga, Campo Novo, Catuípe, Chiapeta, Coronel Barros, Coronel Bicaco, Humaitá, Ijuí, Independência, Inhacorá, Jóia, Miraguaí, Nova Ramada, Santo Augusto, São Martinho, São Valério do Sul e Sede Nova.
Primeiras reuniões de negociação
A assembleia também tratou do dissídio da categoria. Guilherme Persich, diretor tesoureiro da entidade, informou aos presentes o resultado das primeiras reuniões de negociação. Na proposta negociada com a Cotrijui, o Sindicato pede um piso de R$ 780,00 e um reajuste de 12% para os demais salários. A empresa oferece um piso de R$ 770,00 com 6% de aumento para os demais. Guilherme Persich informou que o Sindicato tem conhecimento de que os trabalhadores da empresa ligados ao Sindicato da Alimentação chegaram aos 8% e crê num avanço das negociações.
Como se repete todos os anos, com outros sindicatos patronais as negociações permanecem difíceis. O SINCOPEÇAS oferece R$ 770,00 para o piso e R$ 740,00 para boys e trabalhadores da limpeza. 7% para os demais. O Sindicato Patronal responsável pela negociação das farmácias sequer respondeu as chamadas para reunião.
Para os demais trabalhadores do comercio em Ijuí o Sindicato propõe um reajuste de 12% e um piso de R$ 770,00. O SINDILOJAS oferece 6% e um piso de R$ 732,26, exatamente o valor do piso regional do estado.
Mínimo regional do estado é conquista dos trabalhadores
Algumas entidades patronais usam o reajuste do mínimo regional como parâmetro base para não negociar com os Sindicatos de trabalhadores. As entidades de trabalhadores alertam para esta questão esclarecendo que a conquista do piso mínimo regional é fundamentalmente resultado das mobilizações das entidades e da luta dos trabalhadores. O piso regional tem inclusive alavancado as negociações de várias categorias no estado. Guilherme explicou que muitas empresas não cumprem o mínimo regional e que o Sindicato de Ijuí já está mapeando onde isso acontece para tomar medidas judiciais e solicita aos trabalhadores que informem se isto acontece.
Segundo informações publicadas no Jornal do Comércio (Leia), o piso regional está puxando a remuneração das categorias em todos os setores da atividade gaúcha. O jornal informa que o balanço das negociações para reajustes de 72 categorias em 2011 mostrou que nenhuma teve reposição abaixo da inflação anual, e 98,6% forjaram acordos acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Os dados são do DIEESE/RS.
A assembleia autorizou a diretoria ao prosseguimento das negociações.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Contraproposta do SINDILOJAS congela negociações do dissídio
Uma reunião na manhã desta quinta-feira (08), na sede do SINDILOJAS de Ijuí, entre o Sindicato dos Empregados no Comércio e a entidade patronal, voltou a tratar do dissídio da categoria, novamente sem acordo.
A proposta encaminhada na semana passada pelos trabalhadores era de um piso de R$ 660,00 de maio a outubro, R$ 670,00 a partir de novembro e a garantia, em cláusula do acordo, do pagamento do salário mínimo regional quando este estiver estipulado pelo governo. Em contraproposta, o SINDILOJAS apresentou R$ 660,00 até dezembro e R$ 670,00 a partir de janeiro, sem a garantia em cláusula do mínimo regional.
Para o Sindicato, a resistência contra a cláusula do aumento do mínimo regional não possui fundamento econômico, mas político. O SINDILOJAS argumenta que com o governo do estado legislando sobre o salário, acabam as relações entre os sindicatos, com as negociações salariais. “No fundo o que temos em Ijuí é uma lógica em que o comércio deve crescer sempre, mas sem crescimento e distribuição de renda aos trabalhadores. As negociações do nosso dissídio são usadas como instrumento de arrocho do poder econômico sobre a classe comerciária. Prova disso são as negociações já acordadas em outras cidades da região que possuem uma economia menor que a nossa, conseguindo pactuar acordos que favorecem os dois lados”, disse Rosane Simon, presidente do Sindicato dos Comerciários.
O anúncio do valor do mínimo regional para o próximo ano deve sair ainda este mês, segundo informações da Federação dos Comerciários, a FECOSUL. A previsão é de que o valor seja de R$ 720,00. Num calculo simples, Rosane Simon explica a importância da cláusula do mínimo regional para os comerciários.
O atual valor do mínimo regional, piso dos comerciários a partir de maio é de 638,20 reais. Se o sindicato aceitasse a proposta de R$ 660,00 até dezembro, a diferença de maio a dezembro a ser paga para a categoria seria de R$ 174,40. Se o mínimo for reajustado a R$ 720,00 para pagamento em janeiro, só a diferença entre o novo piso e o piso oferecido pelo SINDILOJAS nos 4 meses até maio já seria maior, de R$ 240,00.
“Temos responsabilidade com os trabalhadores. Sob nenhuma hipótese podemos fazer um acordo nestas condições, em que os trabalhadores seriam claramente prejudicados. O mínimo regional é uma das nossas principais bandeiras e o nosso caso em Ijuí, demonstra claramente que a sua valorização é uma política acertada”, explica Rosane Simon.
Sem o acordo do dissídio, o horário do comércio para o natal também segue sem acordo. “O abertura das lojas está garantida em lei municipal. Mas os comerciantes terão regras muito mais estreitas com relação a utilização de mão de obra. Os trabalhadores do comércio devem estar atentos para isso e ajudar o Sindicato a fiscalizar possíveis abusos”, convocou a presidente.
Os trabalhadores reúnem-se em assembleia nesta sexta-feira, as 18:30hrs, no auditório do Sindicato. Na pauta, além de esclarecimentos sobre o dissísio e o horário de natal, haverá a prestação de contas da gestão.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Nota sobre o horário do comércio no natal
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí vem a público esclarecer que em nenhum momento fechou acordo ou reuniu-se com o SINDILOJAS a fim acordar o horário de natal, segundo notícias veiculadas na imprensa local. As informações veiculadas não partiram da nossa direção.
A reunião da última quarta-feira com o Sindicato Patronal teve como único objetivo o dissídio da categoria. O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí condiciona o acordo do horário de natal ao fechamento do dissídio nos termos propostos na última reunião e conforme decidido por toda a categoria em assembleia. Não haverá acordo sobre o horário de natal sem que antes o dissídio seja assegurado aos trabalhadores do comércio. Os comerciários aguardam o resultado de assembleia do SINDILOJAS sobre a proposta do dissídio encaminhada.
Esclarecemos ainda que a falta de acordo entre as partes sobre o horário de natal tem implicações: sem acordo, as horas extras trabalhadas deverão ser compensadas na mesma semana ou pagas.
Manifestamos também nossa total disponibilidade para que o quanto antes, todas estas questões sejam sanadas e que tenhamos todos a máxima tranquilidade jurídica e institucional para comerciantes e trabalhadores.
Rosane Simon
Presidenta
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Comerciários realizam manifestação e negociação avança
A concentração de trabalhadores ocorreu na sede do Sindicato e a manifestação contou com o apoio do Presidente da Federação dos Empregados no Comércio de Bens e Serviços do Estado do RS (FECOSUL), Guiomar Vidor e também de presidentes de Sindicatos de comerciários da região.
Antes da manifestação, os trabalhadores reuniram-se no auditório da entidade para orientações sobre as negociações. “Nossa categoria, em assembleia, decidiu não aceitar um piso menor que o valor de R$ 670,00. Ijuí tem o maior PIB e o menor piso dos comerciários dentre todas as cidades da região”, disse a Presidente do Sindicato Rosane Simon.“Temos índices que comprovam que o comércio cresceu acima de 10% liquido, mais a inflação. Isto representa um crescimento de 17% no período o que possibilita um reajuste nos termos que estamos negociando. Além disso, em cidades da fronteira como Uruguaiana e Livramento, com uma economia mais fragilizada do que nesta região de Ijuí, nós já acordamos o piso até acima deste valor e garantido a cláusula de pagamento do Salário Mínimo Regional”, disse Giomar Vidor.
Além do valor do piso da categoria, a principal questão que emperra o acordo é a cláusula do Piso Regional. Os trabalhadores querem que no acordo coletivo, seja incluída uma cláusula que garanta o pagamento do valor do Salário Mínimo Regional, cujo reajuste deve sair no início do próximo ano e deve estar próximo a 14%. O valor do Mínimo Regional hoje é de R$ 638,20. Nenhum comerciário pode ganhar abaixo deste valor. A última proposta do SINDILOJAS foi de 650 reais, com manifestações do seu procurador na imprensa, de que chegaria a R$ 660,00 para o Piso da categoria, sem a cláusula do Piso Regional. A proposta dos Comerciários e de R$ 670,00 com a inclusão da cláusula.Munidos de cartazes e faixas, a categoria andou pelas ruas do centro da cidade, concentrando-se por fim em frente a sede do SINDILOJAS, local da reunião. “Nossa intenção com esta manifestação foi a de sensibilizar também a comunidade de Ijuí para a questão do nosso dissídio. Somos sem dúvida uma das categorias que mais trabalha e que menos recebe na região”, explicou Rosane Simon.
Negociações avançam
Em seguida os representantes dos Sindicatos realizaram nova reunião de negociação. Além do Presidente da FECOSUL Guiomar Vidor, estiveram presentes, representando os trabalhadores, a Presidente do Sindicato de Ijuí, Rosane Simon, o procurador do Sindicato, Luis Carlos Vasconcellos e os presidentes dos Sindicatos de Cruz Alta, Bento da Silveira, Santo Ângelo, Plínio Teixeira, Santa Rosa, Nestor Kalsing e São Luis Gonzaga, Américo Pereira. Representando o SINDILOJAS o seu Presidente, Bruno Haas, O procurador Antônio Carlos Burtet, a diretora Mary Fensck e o Secretario Executivo da entidade Joulberto Matte.
Antônio Burtet reconheceu que o piso da categoria em Ijuí é o menor da região e disse que a entidade tem consciência da necessidade de equiparar isso com as demais cidades. Na negociação, após ambas as partes argumentarem, num novo esforço em busca do diálogo e do consenso, os trabalhadores apresentaram uma nova proposta: um piso de R$ 660,00 até outubro, R$ 670,00 a partir de novembro e a garantia, em cláusula, do pagamento do mínimo regional quando este for reajustado.O SINDILOJAS fará uma assembleia com seus associados para definir a questão. “É ruim para a nossa cidade, para os empresários e para o trabalhador termos o menor valor na região do piso da nossa categoria. Temos que olhar para cima, para o desenvolvimento da nossa cidade e estes R$ 10,00, que é um aumento de apenas 5 centavos na hora trabalhada, significam muito no bolso do trabalhador e é um dinheiro que será gasto na nossa cidade, movimentando a economia”, explica Rosane Simon.
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| Guiomar Vidor |
Os Comerciários esperam agora o resultado da assembleia do Sindicato Patronal. Caso não haja acordo, a questão deverá ir à julgamento. “Nossa vontade é de solucionar os impasses e fechar a questão. Será a melhor solução para todos. Acho que chegamos a uma boa proposta e esperamos que o SINDILOJAS compreenda a necessidade de tornarmos o nosso comércio mais forte, valorizando também os trabalhadores da nossa cidade”, concluiu a Presidente do Sindicato, Rosane Simon.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Acordo entre comerciários e SINDILOJAS é cada vez mais difícil
A dificuldade de um acordo entre o SINDILOJAS e o Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí pelo dissídio da categoria em 2011, levou as partes à uma reunião de intermediação no Ministério Público do Trabalho em Santo Ângelo, na tarde de ontem.
A proposta do Sindicato é de que o piso da categoria seja de R$ 670,00 e mais um aumento real de 2% acima da inflação para os demais salários. A categoria exige também que ninguém ganhe abaixo do piso regional que atualmente é de R$ 638,20.
“Em Ijuí, comparando com a região, temos o maior PIB e a menor remuneração para os comerciários. Nos últimos anos as propostas do SINDILOJAS tem sido sempre acanhadas e especialmente neste ano a proposta patronal nos distancia ainda mais das negociações já realizadas na região”, explica a presidenta do Sindicato Rosane Simon. A proposta patronal é de um piso de R$ 650,00 e um aumento real de próximo a 1,5%.
Nesta reunião, novamente não houve acerto entre as partes, o que poderá prejudicar também um acordo para o horário do comércio no natal. Uma reunião entre as federações está marcada para a próxima semana.
“Sabemos que os trabalhadores cansam em esperar pelo reajuste, mas o Sindicato se manterá firme. É preciso entender que não podemos concordar com esta defasagem, num período em que o comércio está demonstrando crescimento e num momento em que, nos demais município da região, este resultado já foi repassado à categoria”, conclui Rosane Simon
A proposta do Sindicato é de que o piso da categoria seja de R$ 670,00 e mais um aumento real de 2% acima da inflação para os demais salários. A categoria exige também que ninguém ganhe abaixo do piso regional que atualmente é de R$ 638,20.
“Em Ijuí, comparando com a região, temos o maior PIB e a menor remuneração para os comerciários. Nos últimos anos as propostas do SINDILOJAS tem sido sempre acanhadas e especialmente neste ano a proposta patronal nos distancia ainda mais das negociações já realizadas na região”, explica a presidenta do Sindicato Rosane Simon. A proposta patronal é de um piso de R$ 650,00 e um aumento real de próximo a 1,5%.
Nesta reunião, novamente não houve acerto entre as partes, o que poderá prejudicar também um acordo para o horário do comércio no natal. Uma reunião entre as federações está marcada para a próxima semana.
“Sabemos que os trabalhadores cansam em esperar pelo reajuste, mas o Sindicato se manterá firme. É preciso entender que não podemos concordar com esta defasagem, num período em que o comércio está demonstrando crescimento e num momento em que, nos demais município da região, este resultado já foi repassado à categoria”, conclui Rosane Simon
terça-feira, 3 de maio de 2011
Trabalho aos domingos volta a assombrar comerciários de Ijuí
“O capital não conhece fronteiras e tenta de todas as maneiras invadir o espaço reservado para o descanso do trabalhador”, exclamou a vereadora Rosane Simon, na sessão legislativa desta segunda-feira (02).
Rosane, que também é a presidenta do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, relatou aos colegas vereadores as constantes pressões de grandes redes lojistas sobre os trabalhadores do comércio. “Quero dizer primeiramente, que não sou contra aos investimentos que vem para a nossa cidade, gerar emprego e renda. Mas estes empreendimentos devem respeitar as leis vigentes. Uma rede lojista que abriu em nossa cidade nesta semana, anuncia em todo os seus materiais publicitários que abrirá todos os domingos, desrespeitando a lei e novamente avançando sobre o descanso do trabalhador do comércio, que já tem uma jornada de trabalho dura e intensa”. A vereadora referiu-se a Beck's Store, que anuncia a abertura de sua loja aos domingos.
Em seu relato, a vereadora lembrou que a grande maioria dos comerciantes e lojistas da cidade de Ijuí são parceiros nesta luta contra a abertura aos domingos. “Conversamos com diversos lojistas de nossa cidade, e inclusive somos procurados por alguns, nos solicitando para intervir nesta causa. De nossa parte vamos fazer todo o necessário para garantir o domingo dos trabalhadores do comércio. Mas é preciso que os lojistas de Ijuí, contrários a ideia, também façam as suas manifestações ao seu sindicato, o SINDILOJAS, expressando a sua contrariedade com esta medida de uma rede de fora da cidade”.
Nesta mesma sessão, esteve presente a coordenação do Conselho Tutelar de Ijuí, que falou aos vereadores de suas ações e dificuldades neste novo mandato tutelar. Muito indignada, Rosane fez referência a fala das conselheiras, sobre a situação de crianças e adolescentes no município. “As conselheiras falam aqui da necessidade e da responsabilidade dos pais em educar, dar carinho e amor aos seus filhos. Eu quero deixar aqui uma pergunta: que educação, que carinho e amor pode dar aos seus filhos um trabalhador que já enfrenta uma jornada de trabalho de 15, 16 horas durante a semana, e agora vê ameaçado o seu domingo de descanso e de convívio familiar?”
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí já estuda medidas contra a abertura deste estabelecimento aos domingos. “Estudamos medidas judiciais e estamos mobilizando a nossa base sindical para ações concretas. Temos a certeza de que contamos com a sensibilidade e a compreensão do conjunto da classe trabalhadora e da comunidade a nosso favor”, disse Rosane Simon.
Rosane, que também é a presidenta do Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí, relatou aos colegas vereadores as constantes pressões de grandes redes lojistas sobre os trabalhadores do comércio. “Quero dizer primeiramente, que não sou contra aos investimentos que vem para a nossa cidade, gerar emprego e renda. Mas estes empreendimentos devem respeitar as leis vigentes. Uma rede lojista que abriu em nossa cidade nesta semana, anuncia em todo os seus materiais publicitários que abrirá todos os domingos, desrespeitando a lei e novamente avançando sobre o descanso do trabalhador do comércio, que já tem uma jornada de trabalho dura e intensa”. A vereadora referiu-se a Beck's Store, que anuncia a abertura de sua loja aos domingos.
Em seu relato, a vereadora lembrou que a grande maioria dos comerciantes e lojistas da cidade de Ijuí são parceiros nesta luta contra a abertura aos domingos. “Conversamos com diversos lojistas de nossa cidade, e inclusive somos procurados por alguns, nos solicitando para intervir nesta causa. De nossa parte vamos fazer todo o necessário para garantir o domingo dos trabalhadores do comércio. Mas é preciso que os lojistas de Ijuí, contrários a ideia, também façam as suas manifestações ao seu sindicato, o SINDILOJAS, expressando a sua contrariedade com esta medida de uma rede de fora da cidade”.
Nesta mesma sessão, esteve presente a coordenação do Conselho Tutelar de Ijuí, que falou aos vereadores de suas ações e dificuldades neste novo mandato tutelar. Muito indignada, Rosane fez referência a fala das conselheiras, sobre a situação de crianças e adolescentes no município. “As conselheiras falam aqui da necessidade e da responsabilidade dos pais em educar, dar carinho e amor aos seus filhos. Eu quero deixar aqui uma pergunta: que educação, que carinho e amor pode dar aos seus filhos um trabalhador que já enfrenta uma jornada de trabalho de 15, 16 horas durante a semana, e agora vê ameaçado o seu domingo de descanso e de convívio familiar?”
O Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí já estuda medidas contra a abertura deste estabelecimento aos domingos. “Estudamos medidas judiciais e estamos mobilizando a nossa base sindical para ações concretas. Temos a certeza de que contamos com a sensibilidade e a compreensão do conjunto da classe trabalhadora e da comunidade a nosso favor”, disse Rosane Simon.
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